SILENCIANDO A INCREDULIDADE

Muitos textos da Palavra de Deus nos instruem a “esperar em Deus”, a permanecer imóveis, a ficar em silêncio perante Ele (Moisés – Ex 14:13-14; Josafá – 2Cr 20:15-17; Davi – Sl 37:7-8). Neste texto, Josué manda que os filhos de Israel mantenham silêncio total à medida que caminham ao redor da cidade de Jericó. A lembrança de que o castigo recebido por Israel de ficar 40 anos no deserto foi resultado dos murmúrios das pessoas incrédulas, sem dúvida, estava na mente de Josué. Naquela época, os espias tinham voltado com um relatório motivado pelo que o homem vê, sem a visão fornecida pelo Espírito Santo. Sua incredulidade de que eles poderiam tomar as terras tinha selado o destino deles no deserto.

Agora, com as lições da história em mente, a diretriz de Josué sobre manter o silêncio é uma precaução que nos ensina. Ao encarar grandes desafios, não permita que seus lábios falem palavras de incredulidade. Proíba que a fala desmoralizadora saia de seus lábios. As palavras podem ligar ou libertar, por isso a ordem de silêncio. Mais tarde, eles veriam a salvação do Senhor seguindo seu grupo de triunfo (6:20).

Não podemos mudar o que vemos e ouvimos,mas nossa recusa a falar sobre dúvida e medo manterá nossos corações mais inclinados ao que Deus pode fazer, ao invés daquilo que nós não podemos (ver Pv 30:32)

Fonte: Bíblia Plenitude

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